Após seis longos dias de uma busca que parou o Paraná, foi confirmado o triste desfecho da história do pequeno Arthur da Rosa Carneiro, com a descoberta de seu corpo nesta última terça-feira, dia 14 de outubro.
O menino, de apenas 2 anos, teve sua curta vida interrompida. Após dias de esperança, a família agora enfrenta a dolorosa realidade da perda e a difícil burocracia da despedida, após cinco dias angustiantes de busca pela criança que desapareceu.
O tio do menino concedeu uma entrevista e falou sobre a dor que a família está sentindo. “Estou inconformado, não estou acreditando nisso até agora. Ele é meu amor, amava ele muito, era meu único sobrinho”, revelou o tio, desolado com a notícia.
Com a notícia da descoberta do corpo, a família tomou uma importante, e dolorosa, decisão. Devido ao avançado estado de decomposição, por ter ficado seis dias na água, o pequeno Arthur não terá um velório, e será sepultado assim que o IML liberar o corpo.
Neste momento de dor, a família, que já reconheceu o corpo, aguarda a identificação legal através de um exame de DNA, já que as digitais não são mais viáveis. Os parentes, que foram para Ponta Grossa acompanhar os trâmites, estão completamente abalados.
A Polícia Civil agora inicia a apuração das circunstâncias da morte. Na atual situação, as autoridades não descartam nenhuma hipótese sobre o que teria acontecido e mais detalhes deverão ser expostos em breve, conforme o andamento do caso.
No momento, a família aguarda a liberação do corpo para o sepultamento em Tibagi. O sentimento que fica é o de uma dor ainda maior, a de uma família que não poderá nem mesmo se despedir do menino em sua cerimônia de velório.

