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Evento climático severo provoca tempestades e deixa rastro de destruição no Rio de Janeiro

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Imagens dos estragos são impressionantes.

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As chuvas intensas que atingiram o estado do Rio de Janeiro neste sábado causaram uma série de transtornos em diversas regiões, evidenciando a vulnerabilidade da infraestrutura urbana diante de eventos climáticos extremos.

A precipitação acumulada superou significativamente a média esperada para o mês inteiro, provocando alagamentos, deslizamentos, quedas de árvores e transbordamentos de rios.

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O cenário se repetiu na capital, na Baixada Fluminense, na Região Serrana e também nas áreas do Sul Fluminense e Costa Verde, exigindo ações emergenciais das autoridades.

Na cidade do Rio de Janeiro, ao menos 18 pontos de alagamento foram identificados, com bolsões d’água dificultando o trânsito e árvores derrubadas em vários bairros.

Um incidente grave ocorreu na entrada do Túnel Rebouças, sentido Zona Sul, onde a queda de uma árvore atingiu um carro, ferindo um homem que foi encaminhado ao Hospital Miguel Couto.

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A via chegou a ser interditada, mas foi liberada posteriormente. Além disso, sirenes de alerta foram acionadas em comunidades da Zona Norte, como Borel, Formiga e Andaraí, após registros de acumulados superiores a 100 mm de chuva.

Pontos com maior ndice pluviomtrico em 24h Foto Arte TV Globo

Em Angra dos Reis, a situação é crítica. Com mais de 300 mm de chuva em 48 horas, a prefeitura decretou estado de emergência, contabilizando centenas de desalojados.

A rodovia Rio-Santos teve trechos interditados entre Angra, Paraty e Mangaratiba. Já em Petrópolis, o Rio Quitandinha transbordou, alagando ruas do Centro e provocando novas interdições.

O município de São João de Meriti entrou em estado de alerta máximo, após volumes significativos de chuva nas últimas horas. No Morro do Andaraí, um deslizamento de terra atingiu uma residência durante a madrugada, felizmente sem vítimas.

As autoridades mantêm abertos os pontos de apoio para acolher moradores das áreas de risco. As consequências desses temporais reforçam a urgência de políticas públicas eficazes em gestão de riscos e adaptação às mudanças climáticas.

Investimentos em drenagem urbana, habitação segura e monitoramento contínuo são medidas essenciais para mitigar os impactos de desastres naturais e preservar vidas.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.