Nesta semana, um caso de erro médico ganhou repercussão internacional após ser divulgado pelo jornal New York Post. O caso aconteceu em maro do ano passado, mas só agora ganhou repercussão.
De acordo com as informações, um menino de apenas 2 anos de idade morreu durante atendimento médico, após ser vítima de um erro grosseiro. A criança recebeu uma dosagem alta de potássio e não resistiu.
Dominique Page, mãe da criança, entrou na Justiça contra o hospital. A morte da criança aconteceu em março do ano passado, depois de um erro de escrita da médica que estava responsável pelo atendimento em um hospital na Flórida.
A criança deveria receber uma dosagem de potássio, mas acabou recebendo uma superdosagem de 10 vezes mais do que o indicado. O erro da dosagem se deu por um erro de escrita da médica, que colocou a vírgula decimal no lugar errado.
Após receber a superdosagem, o menino sofreu um dano cerebral grande e chegou a ficar internado por duas semanas, ligado a aparelhos, mas o suporte de vida foi delisgado depois dessas duas semanas.
A mãe do menino entrou na Justiça dos EUA contra a University of Florida Health e o Shads Teaching Hospital and Clinics, assim como a equipe médica que atuou no atendimento do menino.
Além do erro médico que resultou na superdosagem em si, a equipe médica também teria demorado para entubar o menino. De’Markus sofreu uma parada cardíaca e esperou 20 minutos para ser entubado.
A família entrou com um processo pedindo uma indenização de US$ 50 mil, o equivalente a R$ 264 mil, por erro médico, alegando que a morte do menino se deu por erro médico. Além de reparação pela dor da família, a mãe também alega que o menino teve uma morte angustiante.

