As investigações diante do caso do adolescente de 13 anos que tirou a vida de uma professora, de 71 anos, dentro de uma escola estadual em São Paulo continuam.
O menor de idade invadiu o local, portando uma faca, e além de ter tirado a vida da docente, também feriu outros estudantes e professores que estavam no local.
E recentemente, foi divulgado que as autoridades descobriram que os pais do menino sabiam que o filho tinha interesse em fazer uma chacina. Eles teriam essa informação um mês antes do atentado acontecer. As notas estão anexadas em um documento que foi entregue para a Polícia Civil.
Os pais dele tiveram suas identidades divulgadas. Se trata de Ricardo Vieira da Silva e Renata Batista de Carvalho, e no dia 23 de fevereiro, eles compareceram na Escola Estadual José Roberto Pacheco, local em que o filho estudava, até então.
A reunião foi um pedido da diretora do local e teria sido convocada por conta do ‘comportamento suspeito’ do jovem que havia ameaçado um estudante de morte e tentado o extorquir. A mãe teve acesso as mensagens que indicavam a ameaça.
E nesta mesma reunião, os pais assinaram um termo que estavam cientes das ações de seu filho, e durante toda a conversa, o pai se mostrou indiferente.
“O pai disse que tem uma arma em casa, que [o menor] tem uma Airsoft [simulacro de arma usado em jogos] e que todas as fotos mostradas foram tiradas na casa da avó”, é dito no documento.
Além disso, o pai teria dito que o comportamento de seu filho era “normal”.

