Ao longo dos últimos dias, o país se chocou com a confirmação de que uma menina, de apenas 12 anos, havia sido sequestrada a caminho da escola. Felizmente, apesar da situação dramática, a menina foi resgatada após algumas horas, graças ao trabalho da polícia.
Ainda assim, foi confirmado que, além de toda a experiência traumática do sequestro, a menina havia sido abusada sexualmente. Os responsáveis foram presos em flagrante, mas os detalhes do caso chocam.
As informações sobre o caso são tão estarrecedoras, que não se trata apenas da sociedade civil que ficou espantada. O delegado responsável pelo caso, Joao Guilherme Medeiros, falou abertamente sobre o caso.
“O que me choca é o requinte de crueldade. Esse é um dos casos mais repugnantes da minha vida”, declarou. Como delegado do caso, João participou dos depoimentos dos suspeitos: Daniel Bittar, 42 anos, e Gesiely de Sousa Vieira, 22.
O delegado ainda deu mais detalhes e informou que alguns esclarecimentos ainda dependem do avanço das investigações. Segundo o delegado, foram identificados pagamentos feitos por Daniel à Gesiely.
A vítima foi encontrada no apartamento do criminoso, com os membros algemados. Embora estivesse lúcida, a menina parecia abalada e conversou com os policiais, confirmando que havia sido abusada pelo criminoso.
O sequestro só foi descoberto pela polícia horas depois. A menina foi abduzida antes de chegar na escola e a mãe, que pensava que a filha estava na escola, só procurou ajuda depois do horário que a menina costumava chegar em casa, quando estranhou a demora.
Felizmente, um tio da criança é policial militar e acionou o setor de inteligência da Instituição, dando início a uma investigação que contou com a análise de câmeras de segurança próximas a escola.

