Uma tragédia abalou e deixou de luto uma família que reside em Mesquita, localizada na Baixada Fluminense, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro após uma menina de apenas 2 anos ser encontrada morta dentro de uma cisterna na casa onde morava.
Eloá Vitória havia desaparecido no sábado, gerando desespero entre familiares e vizinhos que se mobilizaram em buscas. Infelizmente, no domingo, o pior cenário foi confirmado quando a criança foi encontrada sem vida dentro do reservatório de água.
A Polícia Militar do Rio de Janeiro e a Guarda Civil foram acionadas imediatamente após a descoberta. No momento da chegada das equipes ao local, Eloá já não apresentava sinais vitais.
A 53ª Delegacia de Polícia registrou o caso e deu início às investigações para determinar as circunstâncias da morte. A principal dúvida que as autoridades buscam esclarecer é se a menina foi vítima de um acidente doméstico ou se existe a possibilidade de um crime.
A perícia já começou os trabalhos para coletar provas e entender o que realmente aconteceu. Em depoimento à polícia, a mãe da criança relatou que, antes do desaparecimento, a menina brincava no quintal da casa junto com a irmã.
Ao perceber que Eloá não estava mais por perto, ela começou a procurá-la pela vizinhança, verificando até mesmo câmeras de segurança de imóveis próximos, mas sem sucesso.
A busca desesperada continuou, e a família chegou a espalhar cartazes pedindo informações sobre a criança na esperança de encontrá-la com vida. A descoberta só ocorreu quando um parente notou que a tampa da cisterna estava aberta, levantando a suspeita de que a menina pudesse ter caído no reservatório.
A cena causou choque e tristeza entre os presentes, e as autoridades foram acionadas para fazer o resgate do corpo. Agora, a polícia busca esclarecer se a tampa do reservatório estava devidamente fechada e segura antes do incidente, além de investigar se houve negligência ou alguma outra situação que possa ter contribuído para a tragédia.
A comoção tomou conta dos moradores da região, que acompanham com apreensão os desdobramentos do caso. A morte da criança reacende o alerta sobre os riscos de acidentes domésticos envolvendo cisternas, caixas d’água e outros espaços de risco para crianças pequenas.

