No último fim de semana, o Jornal da Record trouxe uma reportagem sobre o desaparecimento de pessoas no Brasil. Segundo dados deste ano, já foram registrados mais de 55 mil casos, tendo uma média de 228 desaparecidos por dia.
A reportagem ouviu a família do menino Davi Edson, que sumiu em janeiro de 2024. O menino tinha 6 anos de idade e estava em uma praia no Rio de Janeiro, acompanhado pelo pai, quando desapareceu.
A investigação foi conduzida pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, que encerrou o inquérito com a conclusão de que o menino teria se afogado na praia. De acordo com as informações, não existem indícios de que o menino teria deixado a praia naquela tarde.
Desde que a polícia civil confirmou a teoria, a família do menino tem sido firme em rejeita-la. À Record, o advogado Cristiano Medina da Rocha detalhou algumas das inconsistências que identificou na investigação, também revelou o desejo da família.
O advogado reforçou o desejo da família para que o caso seja reaberto pela Polícia Federal. Além disso, também fez uma declaração forte, afirmando que o menino foi vítima de tráfico humano.
“Temos plena convicção de que Edson Davi foi vítima de tráfico internacional de crianças, o que impõe a intervenção das instâncias superiores para garantir uma apuração imparcial, célere e efetiva”, declarou.
https://www.instagram.com/p/DPacep0DG19/
O caso gerou enorme repercussão na época, especialmente porque dividiu opiniões. De um lado, muita gente concorda com a família; de outro lado, muitos acreditam na teoria da polícia civil.
Por enquanto, a família não teve uma reposta em relação aos pedidos para que uma nova investigação seja conduzida pela Polícia Federal. Desde o ano passado, essa tem sido uma reivindicação dos pais do menino.

