Após mais de um mês de angústia e mistério, a família do professor de dança Daniel Santos recebeu uma confirmação triste, nesta última terça-feira, dia 2 de setembro, aos 36 anos de idade.
A Polícia Civil de Anápolis, em Goiás, confirmou que o corpo carbonizado encontrado em julho é do professor, que foi brutalmente assassinado a facadas antes de ter o corpo queimado.
As fontes são da Polícia Civil, que realizou um exame de DNA para confirmar a identidade da vítima. O material genético dos pais de Daniel foi comparado com o do corpo encontrado, encerrando as dúvidas e iniciando uma nova fase na investigação do crime.
Com a notícia da identificação, a violência do assassinato ficou ainda mais evidente. Segundo a polícia, Daniel foi primeiro assassinado e, em seguida, teve seu corpo amarrado e carbonizado.
A motivação para tamanha crueldade ainda não foi determinada pelos investigadores. Diante da situação, a polícia já realizou prisões relacionadas ao caso.
Três suspeitos de envolvimento no crime foram detidos, mas, até o momento, apenas um deles foi formalmente indiciado. As identidades dos envolvidos não foram divulgadas para não atrapalhar o andamento das investigações.
Desde o dia 22 de julho, Daniel Santos estava desaparecido, o que mobilizou amigos e familiares em buscas pela cidade de Anápolis. Dois dias depois, um corpo carbonizado foi encontrado, mas a identificação só foi possível agora, mais de um mês depois.
A identificação foi realizada após a conclusão do laudo de DNA. No momento, a Polícia Civil continua o inquérito para esclarecer a motivação do crime e a participação de cada um dos suspeitos.
A comunidade de Anápolis, que acompanhou o desaparecimento do professor, está chocada com a confirmação da morte e espera que a justiça seja cumprida.

