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Casal é preso em São Paulo por crime homicídio em Santa Catarina

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O caso que chocou a comunidade local segue sob investigação.

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Um caso que mobilizou forças policiais de dois estados terminou com a captura de um casal em Pradópolis, no interior de São Paulo. Eles eram procurados na cidade de Itajaí, localizada no estado de Santa Catarina, onde ocorreu a morte de Rogério Franciskini, de 50 anos, proprietário de um conjunto de kitnets.

O episódio chamou atenção não apenas pelas circunstâncias da morte, mas também pela presença do filho pequeno do casal, de apenas um ano e meio, durante a fuga.

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De acordo com a investigação, a ocorrência se deu na noite de 13 de agosto. Rogério, que possuía registros anteriores na polícia, teria consumido drogas com os inquilinos pouco antes de ser atacado.

Lucas, natural de Sergipe, assumiu em depoimento ser o autor das facadas que levaram à morte do proprietário. Apesar da confissão, afirmou inicialmente não compreender os motivos de sua ação, e em outro momento declarou que o ataque teria sido direcionado ao coração da vítima.

“Ah cara, eu não sei por que que eu matei ele”, disse em depoimento. Em outro trecho do depoimento ele deu mais detalhes:“Dei uma no coração… não contei, mas foram umas três”.

A companheira de Lucas, uma jovem de 20 anos de Brasília, relatou que estava em casa cuidando da criança quando ouviu os gritos. Ela disse que, ao sair, encontrou o companheiro ensanguentado, já assumindo o que havia feito.

A versão apresentada indica que ela apenas reuniu pertences a pedido dele e embarcou no carro da vítima, utilizado na fuga. A rota do casal terminou em São Paulo, quando o veículo foi identificado pela Polícia Rodoviária Estadual e, após uma tentativa de escapar, acabou se envolvendo em um acidente.

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O filho foi entregue ao Conselho Tutelar e deve ser direcionado a familiares. As autoridades classificaram o caso como latrocínio, por envolver roubo seguido de morte.

Embora Lucas tenha mencionado a possível participação de uma terceira pessoa, apelidada de “peruano”, a polícia ainda não encontrou provas que confirmem essa versão. O casal segue detido preventivamente, e a investigação tem prazo inicial de dez dias para ser concluída.

Mais do que o aspecto criminal, a situação evidencia as consequências sociais de comportamentos que colocam em risco não apenas adultos envolvidos, mas também crianças expostas a cenários de instabilidade, drogas e desamparo.

O caso ressalta a necessidade de atenção a contextos familiares vulneráveis, nos quais decisões de risco impactam diretamente o futuro de menores. As investigações sobre o caso continuam.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.