O ex-presidente Jair Bolsonaro precisou passar por uma bateria de exames e, por isso, deu entrada no hospital DF Star. Bolsonaro não falou com a imprensa, já que cumpre prisão domiciliar.
No entanto, um de seus médicos atendeu os jornalistas que estavam no local. Claudio Birolini, que comanda a equipe cirúrgica do ex-presidente, falou sobre a saúde de Bolsonaro e os prejuízos causados pela prisão domiciliar.
Bolsonaro foi levado ao hospital para investigar uma série de sintomas, incluindo: soluços persistentes, episódios de refluxo gastroesofágico, tosse e febre. Na porta do hospital, o dr. Claudio respondeu questionamentos.
“O fato dele estar em casa prejudica um pouco a atividade física. Então, a gente está sugerindo a ele que intensifique exercícios. Vamos acompanhar o quadro clínico. Olha, acredito que sim. Ele está submetido a pressão constante”, disse.
O médico também pontuou que o ex-presidente, em razão da prisão, esta com a vida social limitada. “O presidente é uma pessoa muito ativa, gosta de se comunicar e ele está privado disso. Isso prejudica em todos os aspectos”, afirmou.
Um boletim médico, divulgado ao público, informou que exames confirmaram que Bolsonaro segue com um quadro de gastrite e esofagite. Ainda segundo o comunicado, Bolsonaro vai continuar fazendo tratamento com remédios para controlar tanto o quadro de refluxo, quanto a hipertensão arterial e adotar medidas preventivas para evitar broncoaspiração.
Bolsonaro passou cerca de 4 horas no hospital, onde realizou uma bateria de exames. Ao deixar o local, o ex-presidente seguiu para o Condomínio Solar de Brasília, onde mora e cumpre prisão domiciliar.
Essa foi a primeira vez que Bolsonaro deixou os limites de sua residência para passar por atendimento médicos, desde que recebeu mandado de prisão, no último dia 4 de agosto. A decisão é do ministro Alexandre de Moraes.

