Após seis longos e angustiantes dias de busca, foi confirmado o desfecho para o caso do pequeno Arthur da Rosa Carneiro, com a descoberta de seu corpo nesta última terça-feira, dia 14 de outubro, em Tibagi.
O menino, de 2 anos, teve sua infância interrompida de forma entristecedora. Seu corpo foi encontrado na margem do Rio Tibagi, preso em galhos, o que encerrou a dolorosa espera da família e de todo o estado do Paraná.
O capitão Marcelo Ribeiro, do Corpo de Bombeiros, concedeu uma entrevista e falou sobre a dificuldade das buscas. Ele explicou que um redemoinho no rio pode ter mantido o corpo submerso e que os galhos podem ter impedido a visualização pelo sonar.
“Possivelmente ele estava atrás ou embaixo desses galhos. Quando o corpo acaba entrando em decomposição ele libera gases, o que faz com que o corpo boie”, declarou.
Com a notícia da descoberta, os detalhes do local vieram à tona. O corpo foi achado a cerca de 80 metros de onde a mamadeira da criança havia sido encontrada no primeiro dia de buscas, um indício que, desde o início, apontava para o rio como o cenário possível.
Neste momento de dor, a família, que viveu dias de esperança e angústia, agora enfrenta a dura realidade da perda, enquanto aguarda os laudos da perícia para entender o que aconteceu.
A polícia agora trabalha para determinar se a morte foi um afogamento acidental ou um crime. No momento, há uma expectativa por parte da perícia para dar uma resposta definitiva aos familiares.
No momento, a família aguarda a liberação do corpo do IML. O sentimento que fica é o de uma busca que terminou de forma triste, enquanto uma investigação agora busca por respostas para entender como a vida do pequeno Arthur chegou a um fim tão precoce.

