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Campanha no Facebook promove o ‘Janeiro Peludo’ e cria polêmica entre as mulheres

Enquanto algumas mulheres detestam os pelos do corpo, outras fazem campanhas para aceitação dos pelos.

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O “Janeiro Peludo” promete agitar o mundo feminino.

O ano de 2018 já acabou e o mês de janeiro de 2019 já chegou com tudo, inclusive trazendo uma campanha polêmica criada por algumas mulheres com o título: Januhairy ou janeiro peludo, que visa chamar a atenção das mulheres para que aceitem os pelos que seu corpo possui.

Na campanha, as mulheres que a aderiram não podem depilar nenhuma parte de seu corpo, além disso, precisam postar fotos com a #Januhairy mostrando que a mulher pode ser linda, feminina, sem precisar tirar todos os pelos de seu corpo, seja nas pernas, no bigode ou axilas.

Essa campanha teve início na Inglaterra, mas já tem adeptas por todo o mundo, o único objetivo é levar as mulheres a se aceitarem da maneira que são, para que entendam que não precisam sair por aí fazendo tudo que o padrão de beleza impõe para as mulheres ou o que a mídia incentiva, se você não gosta de tirar os pelos de seu corpo, então não tire.\n\nA campanha, que surgiu na Inglaterra e se espalhou rapidamente pelos EUA, Canadá, Alemanha, Espanha e Rússia, tem como objetivo promover a aceitação do corpo feminino com pelos.

Quando vemos as mulheres na televisão ou em revistas, elas estão sempre com as pernas depiladas, que chegam até a brilhar, por isso algumas decidiram criar a campanha para quebrar essa imagem de que a mulher tem que estar sempre depilada para ser considerada bonita e feminina.

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“Algumas de nós não gostamos (de estar depiladas), outras gostam. Mas continuamos femininas, higiênicas e bonitas, não importa se estamos peludas ou depiladas”, escreveu Laura Jackson, fundadora do grupo, no Facebook.

\n\nMulheres dos EUA, Canadá, Alemanha, Rússia e Espanha estão compartilhando suas fotos no “Janeiro Peludo” para mostrar ao mundo que cada uma faz o que quer com seu corpo.

Laura contou que a campanha não é para despertar ódio ou intolerância em ninguém, mas apenas visa à aceitação de si mesma.

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Além dessa aceitação, a campanha também tem um fim lucrativo que seria a arrecadação de fundos para uma instituição de caridade.

 

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