Casos de mal súbito em crianças pequenas são raros, mas extremamente angustiantes. Sem sinais prévios, bebês aparentemente saudáveis podem sofrer paradas cardiorrespiratórias ou outros eventos médicos graves, muitas vezes sem explicação imediata.
Esse tipo de tragédia deixa familiares e cuidadores devastados, especialmente quando acontece em ambientes que deveriam ser seguros, como escolas e creches. Foi o que ocorreu nesta terça, dia 11 de fevereiro na Creche Municipal Professora Ione Sens, em Imbuia, Santa Catarina, onde um bebê de apenas sete meses faleceu após um mal súbito.
Rhavi Kammer Kuehl estava dormindo quando a equipe da creche percebeu que algo estava errado. Os profissionais agiram rapidamente, prestaram os primeiros socorros e levaram a criança com urgência ao Pronto Atendimento da cidade. No entanto, apesar de todos os esforços médicos, o bebê não resistiu.
A prefeitura do município divulgou uma nota oficial expressando solidariedade à família e informando que acompanha as investigações para esclarecer o que aconteceu. Segundo o comunicado, a creche segue rígidos protocolos de segurança e seus profissionais agiram com rapidez diante da emergência. Veja nota da prefeitura:
https://www.instagram.com/p/DF8U0qZRF69/
A mãe de Rhavi, abalada, compartilhou uma mensagem emocionante nas redes sociais: “Nada te prepara para o depois.”. O corpo do bebê foi velado no galpão da Igreja São Francisco de Assis, na comunidade de Rio Novo/Angelina, e o sepultamento ocorreu no Cemitério Católico da Igreja Santa Cruz, no Rio São João.
A morte repentina de Rhavi levanta questionamentos sobre as possíveis causas do mal súbito infantil, um fenômeno que, apesar de raro, pode acontecer sem aviso prévio.
Especialistas reforçam a importância da observação constante e da capacitação dos cuidadores para emergências desse tipo. Enquanto isso, a comunidade de Imbuia se une para prestar apoio à família enlutada.

