A execução de três médicos em um quiosque na orla do Rio de Janeiro chocou o Brasil. De acordo com as primeiras investigações dos agentes de segurança que estão responsáveis pelo caso, trabalham com a hipótese da execução dos profissionais da saúde que estavam no Rio de Janeiro para um seminário sobre ortopedia.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro identificou os cadáveres que supostamente pertenciam aos criminosos responsáveis pelo assassinato de três médicos no Rio de Janeiro.
Os corpos foram descobertos em dois veículos durante a noite da última quinta-feira (5) na área de Gardênia Azul, na Zona Oeste da cidade. No total, quatro corpos foram encontrados: um dentro de um veículo e os outros três no segundo automóvel.
Durante a madrugada desta quinta-feira, os médicos foram alvo de um ataque a tiros na orla da Barra da Tijuca. Além das três vítimas fatais, um quarto médico foi atingido por disparos e está atualmente hospitalizado.
A linha de investigação principal da polícia sugere que os médicos tenham sido alvejados por engano. De acordo com informações obtidas pela TV Globo, uma das teorias é que os traficantes tinham como alvo um miliciano na região de Jacarepaguá que se assemelhava a uma das vítimas.
Conforme aponta a investigação, o alvo original era Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, filho de Dalmir Pereira Barbosa, considerado um dos líderes principais de uma milícia operante na Zona Oeste.

Ouça o áudio que provocou uma reviravolta no caso:
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Um áudio é uma pista importante para a polícia na linha de investigação que sugere que traficantes sejam os responsáveis pelo ataque aos médicos, por engano.

