Um trágico episódio de violência vitimou a cantora peruana Thalía Manrique Castillo, de 27 anos, que foi assassinada durante um assalto ao ônibus de sua banda, Hermanos Guerrero, no último domingo (3).
O crime ocorreu em Bagua Grande, na província de Utcubamba, Peru, onde Thalía foi baleada e não resistiu aos ferimentos, vindo a falecer enquanto era levada ao hospital.
Os assaltantes ainda jogaram o corpo da cantora em uma vala, conforme relatado pelo jornal britânico Daily Mail, num ato que chocou a comunidade local e o cenário musical peruano.

Segundo testemunhas, o ataque aconteceu durante a madrugada, quando o ônibus foi interceptado por um grupo de seis homens armados. Os criminosos roubaram dinheiro e os instrumentos musicais da banda, deixando o grupo de artistas desamparado.
Em um comunicado nas redes sociais, a banda Hermanos Guerrero lamentou o ocorrido, informando que eles haviam se apresentado em uma instituição educativa no centro povoado de San Martín de Porres antes de serem surpreendidos pela violência no caminho de volta.
Thalía Manrique Castillo, além de ser uma talentosa cantora, era mãe de uma criança de nove anos, agora deixada órfã. Seu corpo foi levado para o necrotério de Utcubamba para a realização dos exames necessários e, em seguida, foi sepultado em Cultambo, ainda no domingo.
A perda da jovem artista trouxe grande tristeza e comoção, destacando a crescente violência que atinge diversas regiões do Peru e suas consequências devastadoras.
A tragédia que encerrou a vida de Thalía simboliza o impacto brutal da violência nas estradas e o perigo constante que profissionais, especialmente aqueles do meio artístico, enfrentam em suas jornadas.
A comunidade peruana agora enfrenta o luto pela perda de uma artista promissora e clama por mais segurança nas estradas e em seus territórios. O caso segue sob investigação.

