Na última semana, o cantor Hungria viveu momentos de pânico ao passar mal no Distrito Federal. O cantor correu para o hospital após sentir sintomas compatíveis com infecção por metanol. Hungria chegou a dar entrada na UTI e passar por hemodiálise, durante dias de internação.
Dias depois, no entanto, a Polícia Civil descartou a presença de metanol nas bebidas consumidas pelo cantor na madrugada anterior a internação. Hungria consumiu pelo menos duas bebidas e as amostras foram analisadas pela Polícia Civil.
Segundo laudo, nenhuma das bebidas estava contaminada. No entanto, um comunicado da assessoria do artista trouxe uma contradição com essa informação. Segundo o comunicado, o cantor testou positivo para metanol.
“Foi detectada a presença de metanol no sangue (0,54 mg/dL), acima do limite de referência (até 0,25 mg/dL). O resultado confirma a exposição à substância, e a equipe médica aguarda os exames de contraprova“, diz o comunicado da assessoria do cantor.
A confusão em torno do caso continua. Na segunda-feira (06/10), o ministro da saúde Alexandre Padilha chegou a comentar o caso do cantor e afirmou que os exames não identificaram a presença de metanol em seu organismo.
Na ocasião, o ministro informou que só foram confirmados casos no estado de São Paulo e no estado do Paraná, embora existam suspeitas sendo investigadas em outras regiões do Brasil.
Com a confusão envolvendo o caso do cantor, são aguardados novos posicionamentos oficiais que deixam claro se o cantor esteve infectado ou não. Felizmente, apesar do susto, o cantor se recuperou plenamente.
Depois de receber alta, Hungria inclusive já recebeu alta para retomar a agenda de shows. Pelas redes sociais, representantes do cantor já confirmaram que há o planejamento para sua retomada da agenda profissional, incluindo apresentações ao vivo.

