O mundo acompanhou, no começo do ano, uma das disputas judiciais mais bizarras de toda a história de Hollywood. A atriz Amber Heard foi ao tribunal fazendo duras e sérias acusações contra o ex-marido, o também ator Johnny Depp.
O caso ganhou proporções gigantescas e se tornou uma grande atração na mídia e nas redes sociais. No fim, Heard não teve suas acusações validadas pela Justiça e foi condenada a pagar pouco mais de U$10 milhões à Depp.
Ele, por sua vez, também foi condenado a pagar pouco mais de U$2 milhões à Heard. O fim do caso foi especulado quanto o próprio julgamento em si, que chegou ao fim de forma positiva para o ator.
Após o fim do processo, Amber chegou a sugerir que pretendia recorrer da decisão. No entanto, passados meses da decisão, a atriz voltou a se manifestar e revelou ter chegado a um acordo extrajudicial com Depp.
Em uma carta aberta, publicada nas redes sociais, Heard acusa o sistema judicial dos EUA de tornar seu caso um episódio de entretenimento, alega ter perdido a fé na Justiça e afirma ter sido doloroso assinar um acordo com o ex-marido.
“Eu tomo esta decisão tendo perdido a fé no sistema jurídico americano, onde meu testemunho desprotegido serviu como entretenimento”, escreveu a atriz.
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Na carta, Heard ainda faz comparações entre a Justiça dos EUA e do Reino Unido, afirmando ter sido respeitada pela corte inglesa. A atriz ainda reforça as acusações contra Depp, defendendo que o acordo não é um “ato de concessão”.

