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Alice Ribeiro, repórter da Band, voltou ao trabalho após licença maternidade e perdeu a vida na ‘Rodovia da Morte’,

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Colegas de profissão, amigos e familiares estão desolados.

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Histórias interrompidas de forma inesperada costumam deixar marcas profundas não apenas nas famílias, mas também nos ambientes profissionais e nas comunidades onde essas pessoas atuavam.

Em muitos casos, além da dor da perda, ficam lembranças de momentos simples que ganham um novo significado, especialmente quando envolvem laços familiares recentes, como a maternidade. Situações assim reforçam a fragilidade da rotina e como mudanças importantes na vida podem alterar percepções e prioridades.

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A morte de uma jornalista em Minas Gerais trouxe esse tipo de reflexão à tona. Alice Ribeiro, de 35 anos, não resistiu após dias internada em estado grave, consequência de um acidente ocorrido na BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Ela estava hospitalizada desde a tarde de quarta-feira, quando o veículo em que viajava colidiu com um caminhão. O impacto resultou na morte imediata do cinegrafista Rodrigo Lapa, que conduzia o carro, enquanto Alice foi socorrida em estado crítico, com ferimentos severos.

Durante a internação, a repórter permaneceu na unidade de terapia intensiva, mas exames posteriores confirmaram a perda irreversível das funções cerebrais. O protocolo médico foi concluído na noite de quinta-feira, confirmando o desfecho que mobilizou colegas, amigos e familiares.

A emissora onde trabalhava divulgou nota lamentando profundamente a perda e informou que está prestando apoio à família. Nas redes sociais, relatos de pessoas próximas ajudaram a revelar aspectos mais íntimos da vida da jornalista.

Uma colega relembrou conversas marcantes, especialmente após o nascimento do filho de Alice, um bebê de apenas nove meses. Segundo o relato, a maternidade trouxe novas preocupações à repórter, que passou a temer não apenas pela mãe, como acontecia antes, mas também por si mesma, diante da responsabilidade de cuidar do filho.

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As lembranças compartilhadas destacam momentos cotidianos e decisões simples, como priorizar o tempo ao lado da criança, que agora ganham ainda mais significado. Com trajetória profissional construída em diferentes regiões do país, Alice era reconhecida pelo comprometimento e pela relação próxima com a equipe.

Ela deixa o marido, o filho pequeno, além de outros familiares. O caso reacende discussões sobre segurança nas estradas e também evidencia como vínculos afetivos moldam a forma como lidamos com a vida.

https://www.instagram.com/p/DS_Rp_DDWEU/

A memória deixada por ela permanece presente nas histórias compartilhadas e no impacto que teve entre aqueles que conviveram ao seu lado.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.