De forma recente, o INMET (Instituto Nacional de Meteorologia) emitiu um alerta vermelho que representa grande perigo por conta da quantidade e chuva acumulada em diversas regiões de Santa Catarina.
O aviso começou por volta do período da tarde desta última quinta-feira, dia 16 de janeiro, e continua valendo por conta da situação de fortes chuvas que atingem o Estado.
Espera-se que ocorram precicipações superiores a 60mm/h ou acima de 100mm/dia, o que poderá causar diversos problemas, como alagamentos significativos, transbordamento de rios, deslizamentos em encostas de áreas de risco, entre outras complicações.
Para evitar acidentes, existem recomendações de segurança que a população deve adotar para que sirvam como medidas preventivas para minimizar os impactos que estão sendo causados devido as chuvas intensas.
As recomendações são que se desliguem os aparelhos elétricos e o quadro geral de energia, além de ser necessário monitorar encostas e informar autoridades sobre sinais de deslizamentos.
Entre outras recomendações estão buscar abrigo seguro, evitar áreas alegas, procurar proteger os pertecens pessoais com sacos plásticos e consultar atualizações da Defesa Civil pelo telefone 199.
As regiões que estão em alerta foram divulgados e são: Águas Mornas, Angelina, Antônio Carlos, Balneário Camboriu, Balnerário Piçarras, Barra Velha e Biguaçu.
Por conta da grande quantidade de chuvas, também existem riscos adicionais, como o aumento dos rios que pode levar a transbordamentos, o que ameaça comunidades ribeirinhas.
Enconstas instáveis também apresentam risco elevado de deslizamento, o que pode afetar residências e infraestruturas locais. No momento, é fundamental que haja ações conjuntas por parte da comunidade e das autoridades.
As autoridades locais devem estar prontas para agir rapidamente em caso de emergência e os moradores precisam colaborar, criando planos de evacução e respeitando os alertas meteorológicos.
A preparação e vigilância são cruciais para proteger vidas e reduzir os danos materiais. Durante períodos de alerta, a união entre comunidade e autoridades pode fazer a diferença.

