O vidente Craig Hamilton-Parker, apelidado por seus seguidores como o “Profeta do Apocalipse”, trouxe recentemente uma visão polêmica sobre o futuro político de Donald Trump que tem gerado discussões acaloradas.
Segundo ele, o atual cenário político poderia permitir que Trump tentasse disputar eleições para um terceiro ou até um quarto mandato, ignorando o limite histórico estabelecido no país.
Hamilton-Parker admitiu saber que a 22ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos proíbe expressamente que qualquer pessoa seja eleita para a presidência mais de duas vezes, mas ele sustenta a tese de que o mundo está mudando.
Para Hamilton, há a possibilidade de que as regras institucionais poderiam ser alteradas ou flexibilizadas diante de circunstâncias extraordinárias e transformações políticas profundas.
Essa visão de mudança institucional estaria conectada, na análise do vidente, a um cenário global de extrema instabilidade. Ele acredita que os próximos anos serão marcados por um período de “grande conflito”.
No entanto, Hamilton-Parker oferece uma visão curiosa ao afirmar que esse período turbulento seria uma transição necessária que resultaria, posteriormente, em um mundo mais estável.
Ele baseia suas análises em textos da tradição indiana Nadi e afirma ter antecipado eventos de impacto global, como a pandemia de Covid-19 e a morte da rainha Elizabeth II.
“As coisas mudaram muito e as regras podem ser alteradas no futuro”, defende Hamilton-Parker ao sugerir que o cenário global em transição abriria brechas para o que hoje parece juridicamente impossível. “Período de grande conflito”, declarou.
Vale lembrar, mantendo o pé no chão, que alterar a Constituição dos Estados Unidos é um dos processos mais difíceis da democracia americana, exigindo aprovação de dois terços do Congresso e de três quartos dos estados.
Embora as previsões de Hamilton-Parker atraiam curiosos, juristas reforçam que a 22ª Emenda foi criada justamente para evitar mandatos vitalícios ou excessivamente longos.
O próprio vidente ressalta que suas previsões podem mudar conforme os acontecimentos evoluem, funcionando mais como um alerta sobre as tensões globais do que como uma certeza absoluta sobre o futuro das leis americanas.

