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Única criança de Bacabal que foi achada aponta para o envolvimento de uma pessoa

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Por enquanto, a única criança que foi encontrada no caso de Bacabal, no Maranhão, comentou sobre o assunto e apontou um possível envolvido.

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A angústia de Clarice Cardoso, mãe de Ágatha Isabelly (6 anos) e Allan Michael (4 anos), ganhou um novo capítulo com revelações que contradizem a versão oficial das autoridades sobre o desaparecimento das crianças em Bacabal, Maranhão.

Embora o caso tenha tido início em 4 de janeiro, quando os irmãos sumiram junto ao primo Anderson Kauã (8 anos), apenas Anderson foi localizado três dias depois.

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Desde então, as buscas intensas da Marinha e dos Bombeiros no rio e na floresta não encontraram vestígios físicos dos irmãos, limitando-se apenas ao reconhecimento do odor das crianças por cães farejadores em áreas específicas da mata.

Enquanto as equipes de escuta especializada relataram que Anderson Kauã teria dito que o grupo apenas se perdeu na floresta, Clarice sustenta uma narrativa diferente baseada em conversas informais com o sobrinho. Ela se pronunciou através das redes sociais.

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Segundo a mãe, o menino relatou momentos em que teria andado de moto com os primos e descreveu uma cena perturbadora em que um homem desconhecido teria retirado suas roupas, ele foi encontrado despido, e levado Ágatha e Allan para outro local.

Clarice observa que esses relatos parecem se referir a momentos distintos, mas ambos apontam para a intervenção de um terceiro no desaparecimento, o que reforça sua suspeita de que os filhos foram levados e permanecem vivos.

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A frustração de Clarice é agravada pelo que ela descreve como um abandono por parte do poder público e das forças policiais. Ela relata que, há aproximadamente três semanas, as equipes pararam de visitá-la.

Um ponto crucial mencionado pela mãe é a existência de um suposto pescador que teria visto pessoas atravessando o rio com as crianças. No entanto, segundo os policiais informaram a ela semanas atrás, essa testemunha também teria desaparecido.

O apelo de Clarice é para que o caso não caia no esquecimento e que as promessas de continuidade nas buscas sejam cumpridas. Para ela, a ausência de respostas e o fechamento de canais de comunicação com a delegacia são sinais de uma negligência que só aumenta.

Ela mantém a esperança de reencontrar os filhos e clama por justiça, acreditando que a verdade sobre o paradeiro de Ágatha e Allan ainda depende de uma investigação rigorosa sobre as pistas fornecidas pelo único sobrevivente do grupo.

Sobre o Autor

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.