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Última mensagem de jovem que viajou para o Peru e desapareceu é exposta, caso continua repleto de mistérios

Seu último contato com a família foi com a mãe.

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A história do desaparecimento de Artur Paschoali, jovem de Brasília, envolve mistério e persistência dos familiares nas buscas que possam elucidar o paradeiro do universitário. Em setembro de 2012, Artur, então com 19 anos, viajou ao Peru com amigos, mas decidiu prolongar sua estadia para uma aventura solo.

O último contato com a família ocorreu no dia 20 de dezembro daquele ano, quando enviou uma mensagem pelo Facebook informando que estava bem e quase assumindo um cargo de gerente em um hostel.

“Ele falou que estava tudo bem e que estava quase virando gerente de um hostel”, lembra a mãe, Susana Paschoali. Desde então, seu paradeiro tornou-se um enigma que se arrasta há mais de uma década.

A família de Artur embarcou para o Peru no fim de dezembro de 2012, após perder contato com ele. No vilarejo de Santa Teresa, perto de Machu Picchu, os pais começaram uma busca incessante, recebendo apoio, mas também enfrentando ameaças de morte.

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Entre janeiro e maio de 2013, permaneceram no Peru seguindo pistas e informações fornecidas anonimamente. Durante esse período, apesar dos esforços contínuos, a investigação pouco avançou, e nenhuma prisão foi efetuada.

De 2013 a 2016, o pai de Artur fez várias viagens ao Peru para acompanhar a investigação, que passou a ser tratada como um crime pelas autoridades locais. A família suspeita que o envolvimento de traficantes na região tenha dificultado a apuração dos fatos.

A mãe de Artur acredita que ele tenha falecido poucos dias após seu último contato, mas o pai mantém a esperança de que o filho esteja vivo. O desaparecimento de Artur permanece sem solução, mesmo com anos de investigações e buscas. A falta de respostas e as constantes ameaças tornaram a jornada dos familiares um verdadeiro teste de resiliência.

Artur continua na lista de desaparecidos da Interpol, e sua história é um doloroso lembrete dos desafios enfrentados por famílias que buscam entes queridos desaparecidos.

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A esperança e a determinação da família Paschoali em encontrar respostas são um exemplo de amor e persistência diante da adversidade. A mãe do jovem ressaltou que o filho era extremamente amoroso e que amava viajar.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.