Curiosidades reflexões

Relato sincero de uma mãe sobre a maternidade: “Amo meu filho mas a maternidade…”

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Perdi meu filho após sangrar durante 15 dias (minha médica achou melhor não fazer a curetagem). E desta forma, todo o encanto tinha se perdido um pouco.

Após dois anos, já em 2013, engravidei de novo e como na primeira vez, também foi uma gravidez planejada e desejada. Só que agora eu estava diferente, mais consciente e tomando mais cuidado e confesso sem muitos planos, tinha medo do que poderia acontecer, eu apenas seguia o curso.

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Confesso que foram nove meses angustiantes não teve um só dia que eu não pensava que poderia sangrar novamente. Mas o tempo foi passando e minha gestação se desenvolvendo na mais perfeita ordem. Assim pude curtir tudo: chá de fraldas, decoração do quarto, escolha dos moveis, ensaio de gestante. Que felicidade.

Priscila disse que estava se sentindo plena e realizada, afinal desta vez a vida estava lhe revelando o seu lado mais doce, o de ser mãe. Thales nasceu e sua mãe sempre a alertava: dentro da barriga é uma coisa, fora dela é outra totalmente diferente.

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“Ser mãe não é algo do tipo ‘teste por 7 dias e se não gostar, pode devolver’. Não existe devolução.

Mães não possuem descanso, o bebê precisa dela e só depois de se tornar mãe uma mulher começa a aprender as lições que a vida ensina, a ter paciência e a acreditar no seu sexto sentido, surgem às novas experiências, seus peitos doem ao amamentar o bico pode rachar e sangrar e o momento lindo da amamentação se torna o momento mais doloroso para a mãe.

E as noites mal dormidas? O bebê pode engasgar durante o sono, pode ter algum tipo de alergia, fora as vacinas com aquelas reações que meu Deus. Mas além das dificuldades acontecem também os momentos únicos, como o nascer do primeiro dentinho, a primeira vez que se sentou sozinho, o engatinhar, os primeiros passos e palavrinhas. Quando essas coisas boas acontecem, você esquece que durante o caminho passou por muitas pedras. A felicidade de ver essas realizações e conquistas deixam o fato de ser mais leve, mais tranquilo.

Priscila terminou seu desabafo dizendo: “Eu amo meu filho, mas a maternidade… Quando você olha de fora é aquela maravilha, mas quando você mergulha nela, ela tem muitos espinhos. Digo que minhas expectativas não foram quebradas, apenas comecei a ver o fato de ser mãe sob uma ótica diferente. E não, ninguém me avisou o quão dura ela também poderia ser”.

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Mães não nascem prontas é um longo caminho a percorrer, com muitos erros e acertos, mas nada é maior e mais lindo do que a maternidade, nem mesmo as dificuldades que essa tarefa trás consigo.