Há algumas semanas atrás, veio à tona a decisão de Gabriel Costa após atingir a maioridade. O único filho de Gal Costa acionou a Justiça para questionar a causa da morte da mãe, além de também questionar a madrinha, que alegou na Justiça ser viúva da cantora.
Para entender: Wilma Petrillo era empresária de Gal Costa, além de madrinha de Gabriel. Ela alega também ter vivido uma união estável com Gal que teria durado até o óbito da cantora, falecida em 2022.
Gabriel, por sua vez, questiona a informação na Justiça. O rapaz, que apenas recentemente atingiu a maioridade, nega que a mãe tenha sido casada com Gal e afirma que as duas podem ter sido um casal no passado, mas que a relação há anos era apenas profissional.
Com a contestação, Gabriel pode se tornar novamente o único herdeiro da cantora. Isso porque Wilma teria direito a metade do patrimônio deixado por Gal Costa, se tiver mantido o reconhecimento de união estável.
Agora um novo capítulo desta história veio à tona e envolve primas de Gal Costa. Isso porque, em 1997, Gal assinou um testamento que só foi anulado em 2019. Segundo as primas, a anulação teria sido assinada por coação de Wilma.
Verônica e Priscila Silva, primas da cantora, afirmam que Gal teria deixado seu patrimônio para a Fundação Gal Costa de Incentivo à Música e Cultura, no texto de 1997, do qual Wilma aparece como testemunha.

