A morte do médico Alan Carlos de Lima Cavalcante em Arapiraca, neste domingo (16/11), segue sendo investigada pela polícia, apesar da prisão de uma suspeita pelo crime. Segundo a polícia, Alan era suspeito de crimes contra a suspeita.
A suspeita de ter matado o médico também é médica e havia denunciado Alan por crimes contra ela e a própria filha. O homem era acusado de te-la agredido e abusado de sua filha.
Alan foi morto a tiros, na frente da UBS do Sítio Capim. De acordo com testemunhas, a mulher chegou ao local, desceu do carro e avançou contra Alan, já efetuando disparos. Depois dos tiros, ainda segundo testemunhas, a mulher disse que tinha avisado que cometeria o crime.
A médica ainda tentou fugir, mas foi presa e levada para Maceió, onde foi ouvida em depoimento. No local do crime, a Polícia Militar, agentes do Instituto de Criminalística e o IML estiveram presentes. A Samu também foi acionada e confirmou o óbito.
Segundo informações do portal EuFêmea, a suspeita é Nádia Tamyres, ex-esposa de Alan. Ele era réu por violência doméstica praticada contra a própria Nádia. Ele também foi denunciado por abusos supostamente cometidos contra a filha que tiveram juntos.
De acordo com o processo, do qual ele era réu, o relacionamento entre os dois durou 22 anos e acabou no ano passado, quando a médica recorreu a Secretária de Estado da Mulher e dos Direitos Humano (Semudh) para obter uma medida protetiva.
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As informações apontam que Nádia relatou um histórico de violências sofridas ao longo do relacionamento, incluindo violência psicológica. A própria Nádia relatou à polícia que viu o então marido molestando a filha. A suspeita ainda não se manifestou publicamente por advogados.

