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Policial preso por matar duas mulheres já tinha histórico de outro assassinato; detalhes expostos assustam

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Os moradores locais estão chocados com os assassinatos.

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Casos envolvendo agentes de segurança pública costumam provocar forte repercussão, especialmente quando surgem indícios de histórico anterior ligado a episódios semelhantes.

Situações desse tipo levantam questionamentos sobre controle institucional, acompanhamento psicológico e limites de atuação, além de reforçarem a necessidade de investigações rigorosas para esclarecer responsabilidades e circunstâncias.

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No Espírito Santo, a prisão de um policial militar após a morte de duas mulheres em Cariacica trouxe à tona um histórico que já vinha sendo acompanhado pela Justiça. O cabo Luiz Gustavo Xavier do Vale, que não atuava mais nas ruas desde 2022, é réu em outro caso envolvendo a morte de uma mulher trans no mesmo município.

Mesmo afastado das atividades operacionais, ele exercia função interna na corporação. O episódio mais recente ocorreu na manhã de quarta-feira, quando o policial foi até um endereço no bairro Cruzeiro do Sul após ser chamado pela ex-companheira para intervir em um desentendimento com vizinhas.

As vítimas foram identificadas como Daniele Toledo Rocha, de 45 anos, e Francisca Chaguiana Dias Viana. Todas moravam no mesmo prédio, o que teria contribuído para a proximidade do conflito.

Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que a equipe policial chega ao local. Pouco tempo depois, o cabo aparece efetuando disparos contra as duas mulheres, que estavam sentadas na calçada.

Uma delas morreu ainda no local, enquanto a outra chegou a ser socorrida, mas não resistiu após dar entrada no hospital. De acordo com informações preliminares, não há registros de confronto ou agressão imediata antes da ação.

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Após o ocorrido, o policial se entregou e foi preso em flagrante pelos próprios colegas, sendo encaminhado à delegacia. Ele foi autuado por duplo homicídio qualificado e permanece detido em unidade militar, à disposição da Justiça comum.

Paralelamente, a Polícia Militar instaurou procedimento administrativo para apurar possíveis infrações, incluindo abandono de posto e uso indevido de viatura, já que ele deixou sua função para se deslocar até o local.

O caso segue sob investigação, com análise de imagens e coleta de depoimentos. Episódios como esse reforçam a importância de mecanismos de controle mais rigorosos dentro das instituições e da apuração transparente, buscando garantir que situações semelhantes sejam evitadas no futuro.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.