Notícias

Policial é atacado a tiros ao deixar igreja, câmera de segurança flagrou o crime e o desespero do filho da vítima

ANÚNCIOS

O caso esta sob investigação.

ANÚNCIOS

Em um país onde a rotina dos profissionais da segurança pública é marcada por riscos constantes, mais um episódio lamentável abalou a população da cidade de Angra dos Reis, localizada no estado do Rio de Janeiro.

A noite de domingo terminou com a perda de um policial civil no momento em que ele vivia uma experiência familiar e espiritual, fato que chamou a atenção por ter ocorrido em um contexto de aparente tranquilidade.

ANÚNCIOS

O agente Elber Fares, lotado na 166ª Delegacia de Polícia, em Angra dos Reis, foi alvo de um ataque logo após sair de uma igreja no bairro Balneário, no Rio de Janeiro, acompanhado do filho.

O episódio ocorreu por volta das 21h, quando o policial se dirigia ao seu carro e foi surpreendido por um veículo. Em poucos instantes, foi atingido por disparos, sem chance de defesa.

O desespero tomou conta do local, especialmente com a reação do filho da vítima, que correu até o pai na tentativa de ajudá-lo. Apesar do atendimento rápido, Elber Fares não resistiu aos ferimentos e morreu no Hospital Municipal da Japuíba.

As investigações iniciais apontam para a possível participação de integrantes do tráfico local, considerando o histórico da cidade, que convive com disputas por áreas dominadas por facções criminosas.

Fares era conhecido por seu trabalho firme contra o crime organizado, o que reforça a hipótese de que sua atuação profissional possa ter motivado o atentado.

ANÚNCIOS

Em resposta, uma força-tarefa foi organizada na rodovia Rio-Santos, com ações de monitoramento, bloqueios e análise de câmeras da região para localizar os responsáveis.

O caso reforça os desafios enfrentados por aqueles que atuam na linha de frente da segurança pública. Mais do que um número nas estatísticas, Fares era um pai e servidor dedicado, cuja ausência deixa marcas profundas em sua família e colegas de profissão.

Sua morte exige uma resposta institucional firme, que vá além da investigação, promovendo estratégias efetivas para proteger quem protege. Não há informações sobre o velório e sepultamento da vítima.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.