Nesta segunda-feira (26/01), o pastor Edson Cursino ganhou repercussão após se manifestar sobre um vídeo em que aparece admitindo que agredia o filho. A polêmica começou no último sábado (24/01), com a circulação de um vídeo.
No sábado, um vídeo passou a circular nas redes sociais mostrando o pastor falando sobre o assunto. A declaração foi dada durante um culto na Assembleia de Deus Ministério de Taubaté, há cerca de dois anos atrás.
No vídeo, o pastor faz declarações polêmicas, afirmando que o medo desempenha um papel na criação do filho mais novo, de 10 anos. Edson diz que bate no filho e descreve os episódios de castigo físico.
Edson chega a citar um episódio em que o filho teria sido orientado na escola, sobre chamar a polícia se fosse agredido novamente. Em reação a isso, o pastor afirma que bateu novamente no filho para “gerar temor”.
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Depois das imagens viralizarem e renderem críticas, o pastor usou as redes sociais para se pronunciar. No pronunciamento, Edson contou que a filmagem era antiga e que chegou a ser acompanhado pelo Conselho Tutelar e Ministério Público.
“Entendi que falas fora do contexto poderiam causar interpretações equivocada […] Cabe ressaltar que foi apurado e não achado nenhum tipo de agressão ao meu filho”, disse.
Ainda na publicação, o pastor afirmou que o filho esta quase completando 13 anos de idade e rasgou elogios. “[É] um menino estudioso que tem sido uma benção, um menino fora da curva, muito inteligente”, escreveu.
No novo pronunciamento, o pastor procurou acabar com a polêmica e explicar que o filho esta bem e que não houve crime cometido. Edson explicou que chegou a ser alvo de uma ação do Ministério Público e Conselho Tutelar.

