Nesta semana, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) tomou uma decisão sobre o status da advogada Tatiana Meireles, que chegou a ser presa em dezembro por suspeitas de integrar uma organização criminosa.
Segundo informações da época, Meireles era suspeita de participar de um esquema de extorsão, agiotagem e tortura. Ela chegou a ser presa em dezembro, acusada de atuar na região de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal.
De acordo com as investigações, Meireles atuava ao lado do marido, que é policial militar, e outros cinco integrantes do esquema. A polícia civil aponta que o grupo emprestava dinheiro sob juros e depois usava de tortura para cobrar as dívidas.
Em vídeos obtidos pela imprensa no fim do ano passado, que seguem circulando na web, Meireles e o marido, o policial militar Hebert Póvoa, aparecem envolvidos nos crimes.
Em um dos vídeos, Póvoa aparece em silêncio e com as mãos projetadas sobre um montante em dinheiro, enquanto a esposa faz uma oração. A polícia acredita que o dinheiro teria sido obtido de forma ilegal.
“O Senhor nos faz grande e que todos tenham gratidão, e que o dinheiro retorne para nós. Um dinheiro abençoado… e que estamos abençoando essas pessoas. Pedimos a Deus que multiplique esse dinheiro. Pedimos ao Pai amado que nós possamos multiplicar esse dinheiro”, diz a advogada.
Segundo a polícia civil, Meireles atuava não apenas nas ações concretas do grupo, participando das cobranças violentas, como também atuava como advogada para blindar e proteger os integrantes da organização cirminosa.
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O grupo foi preso em novembro de 2025, pela polícia civil. No grupo, além do marido da advogada, outros dois policiais militares foram identificados. De acordo com as informações, a advogada foi solta após a prisão em novembro.

