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Menino de 12 anos que morreu após ataque de rottweilers é identificado

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Ataque contra menino aconteceu no dia 12 de março.

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Cães de grande porte, como rottweilers, exigem treinamento adequado, socialização constante e responsabilidade por parte de seus tutores. Sem os cuidados corretos, esses animais podem se tornar agressivos e representar um risco para pessoas ao redor.

Além disso, manter a segurança de terceiros é obrigação de quem cria cães de raças conhecidas por sua força e instinto protetor. Infelizmente, a falta desse controle resultou em uma tragédia em Itabira, Minas Gerais, onde um menino de 12 anos morreu após ser brutalmente atacado por dois rottweilers.

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Guilherme Gabriel Couta da Silva foi atacado na última quarta, dia 12 de março, enquanto caminhava por uma rua da cidade. Segundo informações do boletim de ocorrência, os cães escaparam de uma residência por um buraco na cerca e, ao percorrerem uma trilha, encontraram o menino, que foi arrastado pelos animais.

O ataque foi violento, e Guilherme foi socorrido em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos. Sua morte foi confirmada pela família neste domingo, dia 16 de março. O tutor dos cães foi preso e encaminhado à Delegacia de Plantão, após ser ameaçado por moradores indignados com o ataque.

Já os rottweilers, devido ao comportamento agressivo, não puderam ser capturados pela Polícia Militar. Para evitar novos ataques e proteger a população, os policiais efetuaram disparos contra os animais.

A tragédia reacende o alerta sobre os ataques de cães no Brasil. Dados do Ministério da Saúde apontam que, apenas em 2024, uma pessoa morreu a cada oito dias vítima de ataques de cães no país.

Esse caso reforça a necessidade de regras mais rígidas para a posse de animais potencialmente perigosos e do compromisso dos tutores em garantir que seus cães não ofereçam risco à sociedade.

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Sobre o Autor

Paulo Machado

Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira