Curiosidades

Mãe recebe conselho em rede social, ignora opinião médica e o pior acontece

Stephanie, já tinha experiência com partos tardios, as suas gestações anteriores também foram assim, seus primeiros filhos nasceram com mais de 41 semanas, e seus dois últimos filhos passaram de 42 semanas

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“Eu li muito sobre isso. Pesquisei mulheres que tinham passado 42 semanas. Eu pesquisei também sobre a redução de líquido. Mas em todo momento tive a sensação de que tudo estava bem”, disse Stephanie.

A gestação de Stephanie chegou a 45 semanas, foi nesta fase da gestação que ela planejava ir ao hospital e sua bolsa se rompeu. Ela relata que sentiu dores de contrações insuportáveis, chegou a temer que tanto ela quanto o bebê morressem.

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Após as dores, a mulher teve uma ‘explosão de mecônio marrom escuro e líquido viscoso’, imediatamente ela e seu esposo foram para o hospital, onde os médicos constataram que o bebê não tinha mais vida.

A experiência relatada por outras mães, também amigas de Stephanie, que induziram o parto, foram de momentos difíceis e partos cesárias, não desejando sentir estas dores causadas pelas contrações motivadas pelo medicamento, ela resolveu aguardar o nascimento espontâneo da criança.

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Após está triste experiência e a perda de seu bebê, a mulher postou neste grupo o que havia acontecido, dizia se sentir culpada, e questionava se teria acontecido esta fatalidade caso seguisse os conselhos do hospital.

Assim como um parto prematuro, o parto tardio traz grandes riscos para o bebê, os médicos asseguram que a criança deve nascer entre 37 e 42 semanas, mas ainda que preferencialmente o parto aconteça entre 39 a 40 semanas e seis dias.

Um estudo baseado em 23,5 mil mulheres grávidas, comprova que partos que ultrapassam a 42ª semana, trazem mais problemas aos bebês.

Os riscos de infecções e problemas respiratórios foram duas vezes maiores em bebês nascidos após a 42ª semana em relação aos que nasceram antes da 41ª semana. Com a gravidez avançada a placenta pode perder o fluxo de oxigênio e de nutrientes o que prejudica a criança e a coloca em risco. Outro fator preocupante é a existência de mecônio (excremento do bebê) espesso, que pode ser aspirado pela criança.

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