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Influenciadora que foi encontrada morta em casa relatou que recebeu intimidação semana antes em MG

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A influenciadora do agro que foi encontrada sem vida dentro de casa chegou a relatar que recebeu intimidações em MG.

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Novos desdobramentos sobre a vida da influenciadora digital Alzira Maria Theodoro Luiz, de 43 anos, assassinada a tiros no último domingo, 7 de junho de 2026, revelam que a vítima já vinha enfrentando sinais de alerta em sua propriedade na zona rural de Mutum.

Uma varredura em suas redes sociais trouxe à tona um vídeo publicado por ela cerca de um mês antes do homicídio, no qual relatava um episódio de intimidação e a necessidade de reforçar a segurança de sua residência.

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No registro audiovisual, postado originalmente em sua conta no TikTok no dia 8 de maio, Alzira compartilhava com os seguidores o susto que havia levado na madrugada anterior, por volta das 2h da manhã, quando um desconhecido bateu insistentemente na janela de sua casa.

Na ocasião, a criadora de conteúdo digital demonstrou preocupação com a vulnerabilidade de morar na zona rural e afirmou ter acionado as forças de segurança pública para registrar o fato, além de investir na instalação de circuitos fechados de televisão.

“Liguei para a polícia, tomei as providências, organizei questão de câmera. A gente é mulher, a gente tem que aprender algumas atitudes para se defender”, desabafou a influenciadora na gravação de maio.

Durante o relato feito aos seus mais de 59 mil seguidores, Alzira Maria fez questão de enfatizar que não conseguia imaginar a motivação por trás daquela abordagem noturna, garantindo que mantinha uma convivência pacífica com os vizinhos e que não possuía desavenças ou inimigos na região.

A declaração, que na época foi vista como um desabafo rotineiro sobre a segurança de mulheres que vivem sozinhas no campo, passou a ser tratada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) como um elemento probatório crucial para traçar a linha do tempo que culminou em sua execução.

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Os investigadores da delegacia especializada em homicídios avaliam se o episódio da batida na janela consistiu em uma tentativa de monitoramento ou uma primeira investida dos mesmos criminosos que, no último domingo, aproximaram-se em uma motocicleta vermelha e abriram fogo contra ela na varanda de casa.

As imagens das câmeras de monitoramento que Alzira mencionou ter instalado na propriedade estão sendo recolhidas e submetidas a análises de peritos forenses para tentar identificar marcas, modelos de veículos ou suspeitos que tenham rondado o perímetro nos dias anteriores ao assassinato.

Sobre o Autor

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.