O falecimento de duas mulheres naturais de Santa Cecília, no Oeste catarinense, chamou a atenção da população e mobilizou autoridades no Rio de Janeiro.
Lidiane Aline Lorenço, de 33 anos, e sua filha adolescente, Miana Sophya Santos, de 15, foram encontradas sem vida dentro de um apartamento localizado na Barra da Tijuca, zona oeste da capital fluminense, na última sexta-feira.
Lidiane havia se mudado para o Rio há alguns anos, onde buscava novas oportunidades profissionais e acadêmicas. Atuava como modelo e cursava medicina, mantendo uma presença significativa nas redes sociais, com mais de 50 mil seguidores.
Já Miana teria chegado à cidade recentemente para viver com a mãe. A adolescente era ex-aluna da Escola de Educação Básica Irmã Irene, em Santa Catarina, instituição que emitiu nota de pesar lamentando profundamente a perda das duas. O sepultamento ocorreu no domingo, dia 12, na cidade natal.
As circunstâncias envolvendo as mortes estão sendo apuradas pela 16ª Delegacia de Polícia, responsável pela região da Barra da Tijuca. Equipes do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar foram chamadas após vizinhos relatarem um odor intenso vindo do apartamento onde mãe e filha moravam, no 11º andar de um prédio.
Ao entrarem no imóvel, as autoridades encontraram os corpos em cômodos distintos: Miana estava na sala, enquanto Lidiane foi localizada em um dos quartos. A Polícia Civil informou que diligências estão em andamento para esclarecer o que ocorreu e identificar eventuais responsáveis.
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Até o momento, detalhes sobre as causas das mortes ainda não foram divulgados oficialmente. Esse caso reforça a importância da atenção da sociedade e das instituições à segurança individual, especialmente em grandes centros urbanos.
Também evidencia como vínculos afetivos e trajetórias familiares podem ser interrompidos de maneira inesperada, gerando comoção em diferentes regiões do país.

