Na última quarta-feira (11/09), a morte de Charlie Kirk foi notícia internacional. Kirk era considerado uma das figuras mais influentes da extrema direita dos EUA, além de aliado próximo do presidente do país, Donald Trump.
Nas redes sociais e em declarações públicas, Charlie defendia ideais conservadores e polêmicos, incluindo declarações racistas. Um de suas principais bandeiras era a liberação do armamento.
Kirk participava de um debate aberto, na Utah Valley University (UVU), localizada no estado de Utah. Enquanto falava justamente sobre segurança pública e debatia sobre os tiroteios que crescem nos EUA, Kirk foi baleado na altura do pescoço.
Segundo informações, Kirk estava acompanhado da esposa e dos filhos no momento em que foi baleado. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu. Horas depois, o FBI informou ter realizado a prisão de um suspeito.
De acordo com a polícia, o suspeito teria se posicionado a uma distância de mais de 150 metros do alvo, aproveitando a altura de um prédio. Sua identidade ou outras informações não foram reveladas.
Já nesta quinta-feira (12/09), as autoridades do país confirmaram que o suspeito foi solto. Após prestar depoimento, o suspeito foi liberado. Kash Patel, diretor do FBI, afirmou que as investigações continuam.
“O indivíduo sob custódia foi liberado após interrogatório policial. Nossa investigação continua e continuaremos divulgando informações em nome da transparência”, disse.
O caso gerou enorme debate nos EUA, dividindo opiniões. Apesar das autoridades ainda não terem divulgado informações, a especulação principal é de que a morte de Kirk tenha acontecido por motivos políticos.
Segundo as informações preliminares da polícia, o caso é tratado como uma execução ja que apenas o alvo foi atingido e o disparo foi fatal. Se fosse o caso de um tiroteio em massa, outros alvos teriam sido atingidos, avaliam as autoridades.

