Durante esta terça-feira (13/10), o nome de Virgínia Fonseca esta no centro de uma série de polêmicas e as notícias tem repercutido nacionalmente. A empresa da famosa, a “WePink”, foi alvo de denúncias do Ministério Público.
A história não é nova, pelo contrário. Há bastante tempo, circulam críticas e reclamações contra a empresa – que comercializa produtos de beleza e cosméticos. Dentre algumas das críticas, por exemplo, estão denúncias por produtos não entregues, falta de atendimento e outras violações do código do consumidor.
O caso chegou ao conhecimento do Ministério Público, que apurou as denuncias e abriu uma ação pública contra a empresa. Nesta semana, a Justiça de Goiás acatou parcialmente os pedidos do órgão.
A decisão foi assinada pela juíza Tatianne Marcella Mendes Rosa Borges Mustafa, determinando que a empresa seja proibida de realizar vendas através de transmissões ao vivo – prática comum da empresa. Dentre as justificativas para a decisão, está o fato de que a própria empresa admitiu estar sem estoque de alguns produtos que continuam sendo anunciados.
A decisão também proibiu que a empresa faça a divulgação de publicidade de vendas online, enquanto não for capaz de comprovar que possui estoque dos produtos anunciados. Caso descumpra, a Justiça estipulou multa de R$100 mil por caso registrado.
Outra determinação da Justiça foi a de 15 dias máximos para a resolução de reclamações ou reembolsos, contados a partir da data em que o cliente registra a reclamação. Foi estipulada também multa de R$100 mil por cada caso descumprido.
Mais uma decisão impôs a criação de um canal de atendimento ao cliente que seja feito por seres humanos, ou seja, não automatizado. A decisão também impôs um prazo máximo de 24h para resposta. É esperada uma audiência de conciliação entre a empresa e o MP.

