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Edir Macedo gera onda de revolta com comentário sobre pastor da Igreja Universal que tirou a própria vida: “Problema é dele’

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As palavras do lider religioso viralizaram nas redes sociais.

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O líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e proprietário da Rede Record tornou-se alvo de críticas após comentários feitos sobre a morte do pastor Lucas Di Castro, de 35 anos, registrada na Bolívia em 5 de agosto.

Em uma transmissão ao vivo, ele declarou que o ocorrido era um assunto pessoal e que não pretendia entrar em detalhes, afirmando que o fato dizia respeito apenas a quem havia partido. Acrescentou ainda que a vida continua e que seu foco deveria permanecer nas pessoas que ainda estão presentes.

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“Problema é dele. Eu não sei. Não sei por que ele fez e eu não quero nem saber. Eu só quero saber daqueles que estão vivos”, disse o lider religioso deixando milhares de pessoas atônitas.

As palavras chamaram atenção pelo tom direto e geraram forte reação entre fiéis e internautas. Muitos interpretaram a fala como insensível diante de um momento de luto.

A situação ganhou ainda mais repercussão após a esposa de Lucas divulgar vídeos que mostravam sinais de sofrimento emocional do pastor. Familiares também relataram que ele teria buscado apoio junto à liderança da igreja, mas, segundo eles, não recebeu a assistência necessária.

https://www.instagram.com/reel/DNHXCQTxHWg

Diante das críticas crescentes, o líder religioso bloqueou os comentários em suas redes sociais e na própria transmissão ao vivo. Desde então, a live não permite interações.

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Em resposta à repercussão, a Igreja Universal divulgou uma nota oficial lamentando a morte e ressaltando que Lucas mantinha boa saúde física, realizava exames de rotina e não apresentava histórico de transtornos psicológicos.

A instituição negou de forma categórica as acusações de negligência, considerando-as infundadas e prejudiciais à imagem da igreja. O caso trouxe à tona discussões mais amplas sobre a saúde mental de líderes religiosos e a necessidade de oferecer suporte emocional adequado a quem exerce funções pastorais.

Também reacendeu o debate sobre a responsabilidade das instituições religiosas em acolher e amparar seus integrantes em momentos de fragilidade, especialmente quando existem indícios de sofrimento psicológico.

A morte de Lucas Di Castro e a reação pública às declarações do líder da IURD continuam a gerar reflexões sobre empatia, cuidado comunitário e a importância de construir redes de apoio que garantam a atenção e o amparo necessários em situações de vulnerabilidade.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.