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Dor sem fim: Pai de garotinha que perdeu a vida ao despencar de prédio na Barra da Tijuca é amparado diante o IML

Aos prantos ele não se cansava de olhar a foto da filha em seu celular.

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Alex de Souza, pai da pequena Maria Clara da Silva Souza, de apenas 3 anos, que lamentavelmente faleceu após cair de um edifício na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, na tarde desta última sexta-feira (9), aguardava na entrada do Instituto Médico-Legal pela liberação do corpo de sua filha. Ele chegou no local desde pouco antes das 10h deste sábado (10).

A garotinha estava na companhia da mãe que fazia faxina em um dos apartamentos do edifício. Segundo informações preliminares dão conta que o acidente fatal ocorreu no momento em que a mãe da menina desceu para buscar o almoço na portaria do prédio.

Após o acidente, a criança chegou a ser socorrida de helicóptero pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada para uma unidade hospitalar, mais perto da região.

Ela deu entrada no Hospital Municipal Miguel Couto em estado gravíssimo e apesar dos esforços da equipe médica que a atendeu ela não resistiu e evoluiu para o óbito.

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Enquanto esperava pela liberação do corpo, o pai da criança permaneceu sentado, com o olhar fixo no celular. De tempos em tempos, ele leva a mão à cabeça, demonstrando sinais evidentes de desespero e aflição e era amparado pelos amigos que estavam com ele no local.

“A mãe está desolada. Os pais eram separados. A gente só quer guardar coisas boas dela (Maria Clara): o sorriso, as brincadeiras. Ela era toda brincalhona. A última foto que a mãe postou, estava brincando com ela”, disse Fabrício, um dos amigos do pai da garotinha.

A vítima identificada como Maria Clara, tinha duas irmãs, uma por parte da mãe e outra por parte do pai.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.