Na madrugada do último dia 2 de julho, em uma estrada da Espanha, o jogador português Diogo Jota acabou perdendo a vida após um acidente de trânsito. O atleta estava ao lado do irmão, André Silva, em uma Lamborghini Huracán, veículo que pertencia ao próprio atleta.
Diogo estava viajando para se reapresentar ao Liverpool, clube inglês do qual era contratado. Por recomendações médicas, o jogador evitou viajar de avião, para não prejudicar a recuperação de uma cirurgia que havia realizado no pulmão.
Com o irmão de companhia, Diogo havia saído de Portugal e viajaria até o litoral da Espanha, onde embarcaria num barco para viajar até o litoral da Inglaterra, a partir de onde retomaria a estrada até Anfield.
Alguns detalhes sobre o acidente causaram enorme comoção, em especial porque Diogo havia celebrado seu casamento havia poucos dias. As fotos do local da batida mostram o estado de completo estrago em que ficou o veículo.
Agora, segundo análise preliminar das autoridades espanholas, foi divulgado que Diogo trafegava acima da velocidade permitida. Segundo a perícia, Diogo diria o carro e estava em alta velocidade.
A estrada onde aconteceu o acidente tem limite máximo de 120km/h, o que já é bem elevado. No entanto, segundo os primeiros indícios, Diogo e o irmão estavam a uma velocidade “significativamente superior” do que o permitido.
Ainda segundo as investigações, Diogo tentava fazer uma ultrapassagem em alta velocidade, quando um dos pneus traseiros se rasgou e o jogador perdeu o controle. O carro saiu da pista e explodiu após uma colisão.
Os corpos de Diogo e André foram encontrados totalmente carbonizados. As autoridades só conseguiram confirmar as identidades através de exames de DNA. Diogo tinha apenas 28 anos e seu irmão, André, tinha 26.

