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Cunhada vivenciou momentos de tensão antes de ter sido confirmado os óbitos da família de militar

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A irmã deu mais detalhes diante do que teria acontecido.

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Após um final de semana de Dia dos Pais que terminou em tristeza, a irmã do sargento do Exército que matou a esposa e a filha revelou detalhes chocantes, nesta última terça-feira, dia 12 de agosto.

Carla Martins dos Santos contou que ouviu os assassinatos ao vivo, durante uma ligação desesperada de sua cunhada. As fontes são da própria, que em entrevista ao g1, detalhou o telefonema.

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A cunhada, Gabrielly Simões Silva, de 21 anos, ligou pedindo ajuda, dizendo que o marido, Pedro Henrique, a havia ameaçado de morte e saído para buscar uma arma. Em seguida, os disparos foram ouvidos pela irmã do atirador.

Com a notícia do ocorrido, o relato de Carla se tornou o ponto central da história. “Ela gritava no telefone: ‘Não, meu Deus, não’. […] Eu gritei pela ligação, ouvindo só os tiros”, relembrou, descrevendo como foi testemunhar o crime à distância, no domingo (10).

Diante da situação, a Polícia Militar foi acionada e, ao chegar na casa no Morro Nova Cintra, em Santos, encontrou uma cena desoladora que deixou a muitos entristecidos.

Os corpos de Pedro Henrique, de 24 anos, de Gabrielly, e da bebê Jade, de apenas um ano, estavam em um quarto. A mãe foi encontrada abraçada à filha.

Desde o sábado, o clima entre o casal era tenso. Segundo Carla, uma briga por ciúmes começou na inauguração de sua adega. Pedro Henrique deveria ter dormido na casa da irmã para esfriar a cabeça, mas, após uma nova discussão por mensagens, ele retornou.

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No momento, o caso foi registrado como feminicídio seguido de suicídio. O Exército, em nota, lamentou o ocorrido e afirmou que, por não se tratar de crime militar, a investigação está a cargo da Polícia Civil.

Sobre o Autor

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.