Nada mais, nada menos, que 52 anos após um crime brutal que chocou moradores de Maryland, nos EUA, a polícia local anunciou que conseguiu solucionar o caso.
Pamela Conyers era estudante do ensino médio e desapareceu depois de ir ao shopping, em 1970. Seu corpo foi encontrado pouco depois, com sinais de estrangulamento.
A polícia conseguiu, com o cruzamento de dados de DNA, identificar o suspeito pelo crime. O homem, segundo a polícia, morreu em 2018, vítima de causas naturais.
Como o autor do crime já estava morto, o caso não vai a julgamento. O caso também não foi formalmente encerrado pela polícia, que não descarta o envolvimento de outros suspeitos.
Ainda assim, o suspeito identificado é apontado como principal suspeito e autor principal do crime. O caso foi solucionado após o envolvimento do FBI nas investigações.
“Temos o prazer de fazer justiça para Pamela Conyers e seus entes queridos. Os casos podem esfriar, os investigadores podem mudar, mas isso prova que, para a aplicação da lei, as vítimas nunca são esquecidas”, declarou Tom Sobocinski.
Forrest Clyde Williams III deixou dois filhos e muitos parentes continuam vivos. O caso ganhou repercussão local, mas a família da vítima pediu por privacidade e não falou com a imprensa.
Na época do crime, a polícia ainda não tinha acesso a tecnologia que cruza dados de DNA e pode oferecer resultados a partir do DNA de filhos ou pais do suspeito.

