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Conheça o missionário que matou o fillho em ataque assustador porque a criança não deu ‘bom dia’

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O caso chocante segue sendo investigado.

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Um caso ocorrido em Viamão, na Região Metropolitana de Porto Alegre, provocou grande comoção e segue sendo investigado pela Polícia Civil. A morte de uma criança de apenas 3 anos levou à prisão preventiva do próprio pai, um missionário norte-americano que vivia no Brasil havia cerca de nove anos com a esposa e o filho.

O homem foi identificado como Dandre Jermaine Grayson, de 33 anos, conhecido na comunidade por atuar em atividades religiosas na região de Águas Claras. Nas redes sociais, ele se apresentava como cantor cristão e costumava compartilhar publicações relacionadas à fé, o que surpreendeu moradores após a divulgação do caso.

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Segundo relatos de pessoas que conviviam na região, Grayson costumava expressar opiniões rígidas sobre a estrutura familiar, defendendo que o homem deveria exercer autoridade sobre a esposa e os filhos. A família havia se mudado para Viamão aproximadamente seis meses antes do ocorrido.

De acordo com a Polícia Civil, durante o depoimento o investigado confessou ter agredido o filho após a criança não lhe desejar “bom dia”. As autoridades informaram que as agressões aconteceram na residência da família, localizada no distrito de Águas Claras.

Após o ocorrido, o próprio pai levou o menino ao hospital de Viamão em busca de atendimento médico. Ao constatar a gravidade das lesões, a equipe da unidade acionou imediatamente a Polícia Militar, que realizou a prisão em flagrante do homem ainda no hospital.

A criança chegou a ser transferida para um hospital em Porto Alegre devido à gravidade do quadro clínico, mas não resistiu. No dia seguinte à prisão, durante audiência de custódia, a Justiça converteu o flagrante em prisão preventiva, mantendo o investigado detido enquanto o processo segue em andamento.

O caso continua sendo apurado pela Polícia Civil, que busca reunir todos os elementos necessários para concluir o inquérito. A investigação deverá esclarecer completamente as circunstâncias do ocorrido e subsidiar o andamento da ação judicial.

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O episódio gerou forte repercussão no Rio Grande do Sul e reacendeu discussões sobre a importância da proteção à infância e da denúncia de situações que possam colocar crianças em risco.

Especialistas reforçam que sinais de violência devem ser comunicados às autoridades competentes o quanto antes, permitindo uma atuação rápida dos órgãos responsáveis pela defesa dos direitos das crianças e adolescentes.

Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.