Após dias de angústia, a busca por Angélica Pereira teve um fim, neste último sábado, dia 16 de agosto, aos 52 anos de idade. A moradora de Jacarezinho, no Paraná, que estava desaparecida, foi encontrada com o corpo carbonizado em uma área de matagal.
As fontes são da Polícia Civil, que agora trabalha com duas hipóteses principais para a morte. O delegado Almir Salmen, em entrevista ao Balanço Geral Londrina, explicou:
“A primeira delas é a morte natural seguida de carbonização por acidente […] A outra vertente é o homicídio”, declarou ele, ao falar sobre o assunto e dar mais detalhes.
Com a notícia da descoberta, um dos pontos mais chocantes da investigação é a dúvida sobre como o corpo foi carbonizado.
A polícia apura se o fogo atingiu a vítima quando ela já estava sem vida, ou se ela foi queimada ainda viva, o que caracterizaria um crime de extrema crueldade.
Diante do desaparecimento, a família de Angélica chegou a divulgar fotos e pedir ajuda nas redes sociais para encontrá-la. Após a confirmação da morte, amigos prestaram homenagens.
Uma amiga de infância declarou que se tratava de algo triste e que lembra dela do tempo em que as duas estudavam na escola, desejando sentimentos.
Desde a tarde do dia 10 de agosto, Angélica não era mais vista. A última imagem dela com vida foi registrada por câmeras de segurança, que a mostraram caminhando tranquilamente pelo bairro onde morava, vestindo uma camiseta vermelha e calça preta.
No momento, o corpo de Angélica está no Instituto Médico Legal (IML) de Londrina, onde passará por exames para determinar a causa exata da morte. O laudo será crucial para a Polícia Civil definir os próximos passos diante do ocorrido.

