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Caso Isabella Nardoni: mais um envolvido no crime pode ser apontado e sua identidade surpreende

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No caso que diz respeito a menina, mais um envolvido foi apontado no crime e maiores detalhes foram expostos e divulgados ao público.

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Após mais de 17 anos de um dos crimes que mais comoveram o Brasil, o caso Isabella Nardoni pode ter uma nova reviravolta, com uma denúncia feita nesta última semana.

Uma associação de orgulho LGBTQIAPN+ protocolou uma representação no Ministério Público de São Paulo pedindo a investigação do avô da menina, Antônio Nardoni, por suposta participação no assassinato.

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As fontes são do documento da própria associação, que se baseia no relato de uma policial penal, e agora, recentemente mais detalhes vieram à tona e chamaram atenção.

A servidora pública teria ouvido da própria Anna Carolina Jatobá, madrasta de Isabella, durante seu tempo na prisão, que o sogro, Antônio Nardoni, teria tido envolvimento no crime.

Com a notícia da denúncia, o teor da acusação gerou uma grande repercussão, pelas sugestões de quais ações foram praticadas pelo avô diante do crime.

A representação sugere que o avô teria ajudado a “criar um álibi para acobertar os réus” e, de forma ainda mais grave, atuado “de forma efetiva ou instigadora, na execução da vítima, que […] ainda se encontrava com sinais vitais quando foi arremessada da janela”.

O presidente da associação, Agripino Magalhães Júnior, se manifestou de forma contundente. “É revoltante ver Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá circulando livremente entre nós, como se nada tivessem feito. […] Não são pessoas comuns, são monstros”.

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O caso Isabella Nardoni marcou o Brasil em março de 2008. A menina, de 5 anos, foi jogada da janela do sexto andar do prédio onde o pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, moravam em São Paulo.

Condenados por homicídio, os dois hoje cumprem o restante de suas penas em liberdade. No momento, a representação está nas mãos do Ministério Público de São Paulo.

O órgão irá analisar se há elementos suficientes para reabrir o inquérito e investigar a suposta participação de Antônio Nardoni. A associação também pediu medidas de proteção para a policial penal que fez a denúncia.

Sobre o Autor

Juliana Gomes

Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.