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Caso Édson Davi: Polícia e perito criminal trazem à tona detalhe que ninguém queria ouvir

O caso ganhou repercussão em todo o Brasil.

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Já são mais de 50 dias de buscas intensas pelo garoto Édson Davi de Almeida, de 6 anos, que desapareceu na praia da Barra da Tijuca, que fica em uma área nobre da cidade do Rio de Janeiro.

A criança estava aos cuidados do pai que é dono de uma das barracas instaladas na praia que no verão tem um intenso movimento, Édson Davi era conhecido dos demais comerciantes da região.

Câmeras de segurança flagraram o garoto caminhando no calçadão, ao lado de outras barracas de praia, e brincando perto da água em um dia que o mar estava muito agitado.

Os socorristas do Corpo de Bombeiros e familiares do garoto continuam as buscas por ele, enquanto a Polícia Civil do Rio de Janeiro segue com as investigações.

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Entretanto, agentes da Polícia Civil e um especialista forense trouxeram um detalhe sobre o caso que ninguém gostaria de ouvir. Investigadores e os especialistas ressaltaram que Édson Davi pode nunca mais ser encontrado.

No dia 4 de janeiro, Davi sumiu misteriosamente. Após uma investigação minuciosa, a Polícia Civil concluiu que a possibilidade mais provável é de que Davi tenha se afogado.

As evidências obtidas através da análise das câmeras de segurança e dos depoimentos das testemunhas não apontam para um cenário de sequestro, corroborando assim a hipótese de afogamento.

Elen Souto, delegada responsável pelo caso, ressaltou que de acordo com as investigações a possibilidades de o garoto ter sido sequestrado estão praticamente descartadas.

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Ainda de acordo com o relato de Elen, uma vez que estava ocupado com o trabalho, o pai não pôde supervisionar Davi, que ficou livre. Ela reconhece que, em caso de afogamento, é possível que o corpo da criança não seja encontrado.

“Corpo no mar, nem sempre aparece, pois pode ficar preso em pedras ou ser levado para o alto mar. A decomposição de criança no mar é ainda mais rápida”, explicou a agente de segurança.

Conforme destacado por um especialista entrevistado pela CNN, a opinião é compartilhada. Francisco Helmer, diretor da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, esclarece que a exposição ao mar acelera o processo de decomposição dos corpos.

De acordo com ele, quando uma pessoa falece na água, os restos mortais inicialmente afundam devido à ingestão de água, mas logo após, o processo de decomposição bacteriana se inicia, gerando a formação de gás.

Esse gás se acumula no corpo, levando-o a flutuar por um período. No entanto, posteriormente, ocorre uma segunda imersão, e há a possibilidade de o corpo nunca mais voltar a flutuar.

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Sobre o Autor

Fabiana Batista Stos

Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.