O caso envolvendo a empresária Caroline Aristides Nicolchi, que recentemente viralizou ao expor ter sido impedida de trocar o nome da filha, acabou de ganhar mais um capítulo.
A empresária havia sido alvo de um Procedimento Comum Cível, realizado pela delegatária do 28º Cartório de Registro Civil. O motivo da denúncia foi justamente o caso, que viralizou nas redes e gerou debate.
Tudo começou quando Caroline, de 26 anos, deu a luz e registrou a filha com o nome de Ariel. Depois de alguns dias, no entanto, ela se arrependeu da escolha e decidiu alterar o registro.
A empresária justificou dizendo que temia que a filha fosse alvo de bullying, além de ter também percebido que o nome é de gênero neutro (pode ser dado tanto a meninas, quanto a meninos) e temeu que isso gerasse alguma confusão para a menina no futuro.
Após conversar com o marido, Caroline então decidiu trocar o nome da menina para Bela. Caroline foi ao 28º Cartório de Registro Civil para tentar fazer a troca e pensou que o procedimento seria simples, mas teve o pedido negado.
Depois de ter o pedido negado, a empresário realizou um pedido administrativo à Corregedoria Geral de Justiça e foi atendida. No dia 17 de setembro, a empresária recebeu o direito de trocar o nome da filha.
Acontece que, após expor a história nas redes sociais, Caroline foi alvo de um Procedimento Comum Cível. Segundo apurou a CNN, a ação teria sido movida pelas declarações de Caroline no vídeo que viralizou.
A empresária reagiu com surpresa. Ao ser questionada pelo portal sobre a ação, a empresária afirmou que não sabia sobre o processo e alegou ser a vítima da história toda, relatando inclusive que a confusão lhe causou depressão pós-parto.

