Voltar no tempo é possível? Para o dono da fortuna de estimada em US$ 400 milhões (cerca de R$ 2,2 bilhões), o biohacker Bryan Johnson sim. Ele é um projeto pessoal voltado à própria longevidade. Há anos, ele investe cerca de US$ 2 milhões anuais para tentar reverter o envelhecimento e alcançar condições corporais equivalentes às de um jovem de 18 anos.
Apesar de já ter passado dos 40 anos, um novo diagnóstico passou a ameaçar esse objetivo. Em julho de 2026, ele usou as redes sociais para relatar a descoberta de uma condição autoimune que afeta o estômago e leva à destruição do próprio órgão, identificada como gastrite autoimune.
John diz que a condição atinge entre 2% e 5% da população mundial e que, segundo a medicina convencional, não há forma eficaz de controle. O quadro provoca deficiência de nutrientes, anemia e eleva o risco de câncer. O diagnóstico surgiu após investigação de ferritina abaixo do normal, o que levou a novos exames laboratoriais.
Exames indicaram aumento de células associadas à gastrite autoimune, que atacam tecidos saudáveis do estômago e enfraquecem o revestimento do órgão. Ele passou a ser retratado em Don’t Die: The Man Who Wants to Live Forever”, da Netflix e criou o sistema Blueprint para orientar sua busca por longevidade.
Para isso mantém uma equipe com cerca de 30 médicos e especialistas, faz uso de 54 comprimidos diariamente, segue à risca uma dieta baseada em vegetais, realiza alimentação noturna por volta das 23h e dorme às 20h30, além de monitorar constantemente sinais vitais e realizar exames frequentes.
No ano 2023, Bryan afirmou que conseguiu reduzir em 5,1 anos sua idade biológica, dizendo ter o coração de 37 anos, a pele de 28 e garantiu que sua saúde pulmonar se equivale à de um jovem de 18 anos.
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