De forma recente, foi realizada uma necrópsia no Brasil no corpo da jovem publicitária Juliana Marins. A autópsia revelou uma cronologia de seus últimos momentos.
De acordo com os peritos, a jovem de 26 anos permaneceu viva por mais de trinta horas após a queda inicial no vulcão na Indonésia, e na realidade, sua morte aconteceu por conta da segunda queda.
A informação divulgada nesta última sexta-feira, dia 11 de julho, detalha que a primeira queda, de uma altura de 61 metros, causou uma fratura no seu fêmur, e possivelmente, na pelve da jovem.
“A dor desse primeiro impacto foi intensa, um sofrimento grande”, disse o perito Nelson Messina, que fez parte da equipe da autópsia que foi realizada no Brasil. Ele detalhou os últimos momentos dela.
Durante o período de mais de trinta horas em que ela esteve presa na encosta do vulcão, Juliana precisou enfrentar, além das graves lesões causadas por fome, sede e frio, uma segunda queda, que resultou na hemorragia interna fatal.
O perito contou como foram as últimas horas de vida dela, declarando que se tratou de uma morte em que a jovem sofreu bastante. Com o novo laudo, foi confirmado que ela ficou viva durante um bom tempo antes das equipes conseguirem a alcançar.
No momento, a família dela está sofrendo bastante e fazendo críticas constantes a demora que aconteceu na operação de socorro. Sua morte foi confirmada após quatro dias da queda inicial que sofreu.
Agora, com o laudo final da necrópsia é oferecido respostas técnicas sobre as causas da morte, e além disso, foi exposto como foram os últimos momentos com vida de uma jovem que viajou para realizar um de seus sonhos de vida, que era conhecer o mundo.

