A morte de Karol Eller, ativista política e apoiadora do ex-presidente Bolsonaro, continua gerando forte comoção nas redes sociais. Eller tirou a própria vida após lutar contra depressão.
O caso aconteceu na última quinta-feira (12/10), quando Eller chegou a publicar em sua própria conta no Instagram uma última mensagem. A história da influenciadora, que tinha 36 anos, é bastante conhecida por apoiadores do ex-presidente.
Karol começou a ganhar repercussão na web há anos atrás, quando começou a compartilhar reflexões sobre o desejo de emigrar para os EUA, a fim de melhores condições de vida.
Defensora do liberalismo econômico, foi grande defensora do ex-presidente. Lésbica, Eller recentemente passou a demostrar o desejo de abandonar a “prática homossexual” e chegou a se converter ao cristianismo.
Semanas antes da trágica morte, Karol havia aberto o coração sobre sua luta contra a depressão. Em live com o pastor Wellington Rocha, da igreja Assembleia de Deus, falou sobre a decisão de renunciar sua própria sexualidade.
Antes de tirar a própria vida, Karol publicou em suas redes sociais um recado ao Corpo de Bombeiros. “Lutei pela pátria” e “perdi a guerra” foram expressões usadas pela influenciadora.
Segundo o porteiro do prédio, que foi acionado pelo interfone por outros moradores após a publicação de Eller, logo a polícia militar chegou ao local. Odair da Silva, de 40 anos, foi ouvido pela polícia.
“Ao olharem para a janela daquele apartamento, viram Karol já do lado de fora da janela“, relembrou. Além dele, um sargento e um soldado da Polícia Militar tentaram conversar com Karol, mas sem sucesso.

