Nesta semana, a Polícia Civil apresentou a conclusão do inquérito sobre o acidente que tirou a vida de Marília Mendonça. A cantora estava a caminho de um show, quando sofreu um acidente aéreo.
A trágica morte da cantora, assim como de todos os presentes no avião, aconteceu em 2021. Desde então, a polícia vinha conduzindo investigações sobre eventual responsabilização sobre a queda.
Nesta semana, em comunicado oficial, a polícia concluiu as investigações e responsabilizou os pilotos da aeronave pelo acidente. O fim das investigações, no entanto, gerou desconforto à família.
Já nesta quinta-feira (05/10), o advogado Robson Cunha, que representa a família da cantora, emitiu um comunicado trazendo questionamentos ao fim do inquérito.
Além de expor a angústia pela qual a família passou, aguardando pelo fim das investigações, o advogado também fez questionamentos e apontou que, segundo sua avaliação, a polícia trouxe argumentos “rasos”.
Cunha destacou que a demora na conclusão do inquérito foi motivada pela espera da polícia para obter o laudo técnico do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.
“O que nos deixa com mais dúvidas do que com respostas, é o fato de ter sido apresentados argumentos ‘rasos’ da ocorrência. O delegado responsável não demonstrou esforços para apresentar provas periciais capazes de ultrapassar alegações comuns e midiáticas acerca do caso”, afirmou o advogado.
O inquérito policial agora deve ser apresentado ao Ministério Público, que decide se prosseguirá com a denúncia, se arquiva o inquérito ou se devolve a investigação para a polícia.

