O desaparecimento de Edson Davi, de 6 anos, há mais de um mês, continua sendo investigado pelas autoridades. A família acredita que o menino tenha sido levado por alguém.
No entanto, a polícia considera a hipótese de afogamento, pois, no último dia em que foi visto, ele brincava próximo à praia do Posto 4, no Rio de Janeiro.
Acontece que as condições do mar eram perigosas, com bandeiras vermelhas indicando perigo devido à correnteza. O médico legista Nelson Massini explica que, após um afogamento, o corpo pode ser encontrado flutuando em até uma semana.
No entanto, em caso de mar agitado, a localização pode ser mais difícil, pois a força da água pode levar o corpo para regiões distantes das buscas, afastando do ponto inicial.
Quanto mais tempo exposto no mar, piores são as chances de encontrar o corpo devido à aceleração da decomposição pela água, explicou o médico legista, trazendo importantes informações.
Os familiares descartam a possibilidade de afogamento, alegando que o menino não entraria no mar sozinho e que estava acostumado ao local. Eles acreditam que Edson Davi tenha sido sequestrado enquanto trabalhavam em uma barraca próxima ao local que a criança estava.
“Meu coração de pai tem certeza que não foi afogamento. Alguém levou ele e quem conhece a gente também sabe. Eu e minha esposa estamos há um mês sem trabalhar, sem conseguir comer direito, sem conseguir viver”, declarou o pai, ao falar sobre o assunto.
A polícia não encontrou indícios de sequestro e destaca a falta de cautela dos pais durante o trabalho na barraca. As investigações continuam enquanto a família pede o retorno do menino.

